Histórias [im]prováveis no Museu de Lamego - Concurso de escrita criativa

Histórias (im)prováveis é um concurso de escrita criativa promovido pelo Museu de Lamego, a Biblioteca Municipal de Lamego e a Rede de Bibliotecas de Lamego, no âmbito da Semana da Leitura.

O concurso Histórias [im]prováveis é uma iniciativa a decorrer anualmente, que tem como ponto de partida o Museu de Lamego e as suas coleções para o desenvolvimento de um texto.

Incentivar a criatividade literária dos alunos;

Sensibilizar para a dimensão estética e para a importância do património e

Promover a escrita criativa.

Inscrições e Contactos

Museu de Lamego

Largo de Camões 5100-147 Lamego

Telefone
+ 351 254 600 230

E-Mail 
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Site 
www.museudelamego.gov.pt

Paulo Freixinho
Fez artesanato, tocou baixo numa banda e foi desenhador gráfico... os dicionários mudaram-lhe o rumo... é autor de Palavras Cruzadas há mais de 20 anos... para desenrugar o cenho (desanuviar), pinta e voltou à música.
Editou a sua primeira revista em 1990, a ‘Jogos Cruzados’.
Paralelamente, iniciou uma colaboração com a Agência Feriaque que resultou em milhares de passatempos.
Elabora Palavras Cruzadas para a revista Caras (Feriaque), Público (Feriaque), Jornal de Notícias (Feriaque), Selecções Reader's Digest, A Voz de Trás-os-Montes, Directas para o Notícias Magazine (Feriaque), entre outros.
É adepto das Redes Sociais e saúda os leitores do seu blogue com amplexos e ósculos.
Aos 40, redescobriu um prazer: Ler... durante a leitura vai anotando palavras.
Tem uma palavra preferida: Xurdir... significa: fazer pela vida.
Aos 45, gravou um disco... é baixista da banda Bon Sauvage... (editado em 2014).

Livros publicados:
Palavras Cruzadas com Literatura (Quetzal)
Sabe Mais k(que) os teus Pais (Verbo/Babel)
https://palavrascruzadas-paulofreixinho.blogspot.com/

Conversa no Museu de Lamego, com José Pacheco Pereira sobre  A MAIS PODEROSA E DURADOURA INSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO

A Censura, depois chamada de “Exame Prévio”, foi uma instituição fundamental da ditadura do Estado Novo. Durante 48 anos, de 1926 a 25 de Abril de 1974, os portugueses nunca tiveram um dia em que pudessem ler um jornal, revista ou livro, ouvir um programa de rádio, ver um filme ou a televisão, sem que alguém autorizasse o que liam, ouviam, e viam. Apenas a Censura tinha essa liberdade, como Salazar o referiu: ”Só uma entidade, por dever e posição, tudo tem de ver à luz do interesse de todos". E lia, ouvia e via, para nos impedir de ler, ouvir e ver.

O efeito desta longa censura de tudo, que se estendeu durante grande parte do século XX e afectou várias gerações, algumas que nasceram e morreram sem saber o que era a liberdade, moldou muitos aspectos da nossa vida pública, deu aos poderosos o tempo que precisavam para resolver os assuntos incómodos que não podiam deixar de vir a público, e ocultou tudo o que era inconveniente”.


José Pacheco Pereira

15 MAR | SEXTA-FEIRA | 2019

11H30 | Só existe aquilo que o público sabe que existe - José Pacheco Pereira | Museu de Lamego

14H30 | Só existe aquilo que o público sabe que existe - José Pacheco Pereira | Museu de Lamego

Público-alvo | Ensino Secundário e Ensino Superior

Inscrições e Contactos

Museu de Lamego

Largo de Camões 5100-147 Lamego

Telefone
+ 351 254 600 230

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Site 
www.museudelamego.gov.pt

O mundo é montado todos os dias. Duvidam?

Procurem os agrafos nos cantos das nuvens, as torneiras que enchem os rios, a fita-cola que segura o sol no seu lugar.

Da mesma forma que ideias têm raízes, todas as imaginações têm origens. A Construção do Mundo, livro vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca 2017 - modalidade infantil, é um livro cheio de rasteiras e mistérios. Até para o próprio autor. É uma história sobre vergonha, uma mentira, ou uma fábula? A única certeza: às vezes o mundo não tem de ser assim, pode bem ser assado.

Vencedor do Prémio Literário Branquinho da Fonseca 2017, atribuído pelo jornal Expresso e pela Fundação Calouste Gulbenkian, na modalidade infantil, com a obra A construção do mundo, o lamecense Fábio Monteiro tem 28 anos, é jornalista e em 2015 ganhou o Prémio Gazeta Revelação pela série de reportagens “Pendurados num sonho”. 

O Prémio Branquinho da Fonseca, iniciativa conjunta da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso cuja primeira edição data de 2001, tem como objetivo incentivar o aparecimento de jovens escritores (entre os 15 e os 30 anos) de literatura infantil e juvenil. O Júri é constituído por Ana Maria Magalhães, Rita Taborda Duarte, José António Gomes, António Loja Neves (representante do jornal Expresso) e Maria Helena Melim Borges (representante da Fundação).

Fonte: https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-branquinho-da-fonseca/vencedores-nona-edicao-premio-branquinho-fonseca/